Cozinha de forno e fins de semana cheios
Uma casa de cozinha tradicional na Bairrada, na zona de Leiria ou à volta de Viseu pode ter 30 almoços numa terça e 200 num domingo. O forno a lenha não acelera: o cabrito ou a chanfana começam horas antes, e o que se decide na sexta à tarde define o domingo.
- Previsão pelo histórico e pelas reservas. As vendas dos fins de semana anteriores e as reservas já marcadas ajudam a decidir quantos quilos de carne pôr a marinar.
- Stock a contar com o pico. Cada dose vendida desconta os ingredientes. Se 40 doses de leitão gastam cerca de 16 kg de carne, a câmara mostra o que sobra para o jantar.
- Desperdício registado. O que não se vendeu e não pode ser reaproveitado fica registado com o valor em euros, para afinar o fim de semana seguinte.
Produção antecipada com etiquetas e validade
Fazer na sexta o que se serve no domingo é normal numa cozinha de doses grandes, mas exige controlo. Um tacho de arroz de pato arrefecido, uma assadeira de cabrito pré-assado ou 10 litros de caldo precisam de identificação clara.
- Etiquetas com validade, lote e alergénio impressas no momento da produção.
- Registo de temperaturas das câmaras e do arrefecimento, com referências de conservação e sensores opcionais a 59 € por câmara.
- Rastreabilidade por lote. Se um fornecedor retirar um produto, sabe-se em que preparações entrou.
Para quem ainda trabalha em papel, as folhas de registo HACCP para imprimir são grátis.
Batizados, comunhões e casamentos
Muitos restaurantes do Centro têm sala para eventos ou trabalham com quintas da região. Um menu fechado para 180 convidados não é um jantar normal multiplicado: é uma produção à parte, com custo e quantidades próprios.
- Fichas técnicas que escalam. A ficha do bacalhau com broa feita para 10 doses passa para 180 e mostra os quilos de bacalhau, de broa e de azeite a encomendar.
- Custo por convidado antes de fechar o preço. Com os preços das últimas faturas, vê-se quanto custa cada menu e qual é a margem com o preço proposto aos noivos.
- Alergénios dos convidados. As restrições indicadas para o evento passam para a mesa e para a cozinha.
- Encomenda agregada. Os ingredientes do evento juntam-se ao stock mínimo normal numa única encomenda ao fornecedor.
Mais sobre o cálculo em ficha técnica e custo do prato.
Restaurantes de estrada: almoço rápido e rede incerta
Ao longo das estradas nacionais e junto aos nós das autoestradas, há restaurantes que servem camionistas, vendedores e famílias em viagem. O prato do dia tem de sair depressa e o preço tem de ser certo.
- Pedido no telemóvel, talão no ecrã da cozinha por posto, com o tempo à vista.
- Sem internet, continua. Numa zona com rede fraca, os pedidos ficam guardados no aparelho e seguem quando a ligação volta.
- Margem do prato do dia. Se o prato custa 3,40 € em ingredientes e se vende a 9,50 €, a ficha técnica mostra a margem e avisa quando uma fatura nova a faz descer.
Coimbra, Aveiro, Leiria e Viseu: equipas de estudantes
Nas cidades com universidade ou politécnico, muitos restaurantes contam com estudantes a trabalhar ao fim de semana ou à noite. Há quem faça 12 horas por semana, quem só possa à sexta e ao sábado, e quem saia em época de exames.
- Escalas e disponibilidades. As escalas ficam no telemóvel de cada pessoa, com férias e trocas no mesmo sítio.
- Ponto e horas. Cada um pica com o seu código, e as horas do mês ficam contadas para o processamento.
- Gorjetas justas. A divisão é feita por função e horas trabalhadas, e cada pessoa vê a sua parte, mesmo quem fez só dois turnos.
- Acessos por papel. Um part-time de sala não vê custos nem fichas técnicas; o chefe vê tudo o que precisa.
Como a Mezzo OS resolve um fim de semana no Centro
- Na quinta-feira, o chefe vê as reservas e as vendas dos últimos domingos e decide a produção.
- A encomenda sai num toque; na sexta, a fatura do talho é lida por fotografia e os custos atualizam.
- A produção antecipada é etiquetada com validade e lote, e as temperaturas ficam registadas.
- No domingo, os pedidos vão do telemóvel para o ecrã de cada posto, e o stock baixa a cada dose.
- Na segunda, o lucro do fim de semana, o desperdício e as gorjetas estão calculados.
A fatura certificada sai pelo InvoiceXpress ou pelo Moloni, ligados à Mezzo OS. O arranque feito pela equipa (149 €, oferecido no anual) é feito à distância a partir do Porto.
Preços para restaurantes do Centro
| Plano | Preço (sem IVA) | Indicado para |
|---|---|---|
| Essencial | 29 €/mês | Casas que querem HACCP, fichas técnicas com custo e alergénios, menu digital e escalas |
| Profissional | 69 €/mês | Restaurantes com sala e eventos: pedidos para a cozinha, reservas, faturas lidas, encomendas e lucro por prato |
| Empresarial | 149 €/mês | Grupos com várias casas ou cozinha central, 3 restaurantes incluídos |
Há 14 dias grátis, sem cartão e sem fidelização, e o plano anual oferece 2 meses. Todas as funções estão no software para restaurantes.
Ver também
Perguntas frequentes
A Mezzo OS tem equipa em Coimbra ou no Centro?
Não. A sede é no Porto e o apoio a restaurantes do Centro é feito à distância, por WhatsApp, telefone e email.
Consigo calcular o custo de um menu de casamento?
Sim. A ficha técnica escala as quantidades para o número de convidados e calcula o custo por pessoa com os preços das últimas faturas.
A Mezzo OS imprime etiquetas com validade?
Sim. As etiquetas incluem validade, lote e alergénios, úteis para a produção feita com antecedência.
Serve para equipas com muitos part-time?
Sim. Tem escalas, ponto com código para cada pessoa, horas do mês e gorjetas divididas por função e horas.
Funciona num restaurante de estrada com pouca rede?
Sim. Os pedidos ficam guardados no aparelho e seguem quando a ligação à internet volta.
Experimente no seu restaurante
14 dias grátis, com tudo aberto e sem cartão. Ou veja primeiro a demonstração, sem criar conta.